Sarna Demodécica - Como Tratar?


Muito se ouve falar sobre a sarna canina, uma infecção de parasita, que pode passar para os humanos e faz com que a vítima se coce sem parar.
Mas este não é o único tipo da doença. Ela se apresenta também com o nome de sarna negra, cientificamente chamada demodécica. Nessa versão, em vez da coceira, o bicho apresenta feridas com secreções e odor forte.

Assim como a comum, a sarna negra é um parasita que aparace pela infestação de um ácaro. A doença pode afetar cachorros e, raramente, coelhos.

Segundo o Médico Veterinário Wilson Grassi, a presença deste ácaro na pele dos animais é normal e inofensiva. Porém, pode se manifestar em animais que não nasceram com uma deficiência imunológica específica.

Essa sarna não é contagiosa, mas propicia infecções bacterianas secundárias. Portanto, é indispensável ter regras básicas de higiene, tanto para os animais como para os humanos, como explica o especialista.

- É bom evitar que os animais afetados entrem em contato com outros nos momentos de crise, e as pessoas responsáveis pelo bicho devem sempre lavar as mãos.

Cuidados com o animal infectado

Não existem medicamentos que curem a sarna, mas existem os que a controlam muito bem. Se cuidado, o bicho terá vida quase normal.

Ainda de acordo com Grassi, a doença não tem como ser evitada. Como se trata de um problema genético, o único jeito de impedir que ela se espalhe é evitar a procriação do animal.

Acupuntura - Fonte de Saúde para seu Animal


O que é?
É uma técnica milenar de origem chinesa, mas que também era aplicada pelos indianos e egípcios. foram os chineses que tornaram a acupuntura um sistema médico bem organizado e estruturado.


Esta técnica consiste na aplicação de finíssimas agulhas próprias de acupuntura, as quais são estéreis e descartáveis, na pele dos animais, podendo ser inseridas superficialmente ou até mesmo alguns centímetros, penetrando a pele e músculos,por exemplo, causando estímulos no corpo do animal, os quais levarão a uma resposta do organismo, ocasionando a cura de certas doenças, ou ao menos o controle da mesma, determinando um quadro de bem-estar físico e emocional ao animal.

Nos Animais, quem pode fazer a Acupuntura? 
Somente um Médico Veterinário devidamente qualificado na área de Acupuntura Veterinária poderá utilizar as técnicas da Medicina Veterinária Tradicional Chinesa, como a Acupuntura, Fitoterapia, Massagens, Moxabustão e outras mais, como a devida qualidade e confiabilidade que seu animal tanto merece. É ele o profissional que estudou devidamente a anatomia, fisiologia e clínica médica, além de diversas outras disciplinas, a fim de que se possa utilizar ambos os conhecimentos, tanto de medicina ocidental(alopática) quanto da oriental.

A Acupuntura é Dolorida?
Em casos de dores muito agudas, a acupuntura pode causar um incômodo, quando as agulhas são aplicadas próximas ao local afetado. Em casos extremos temos como driblar a dor, realizando acupuntura com laser ou utilizando a ultrassom.

A Acupuntura Veterinária?
Esta técnica milenar de tratamento vem atualmente crescendo e muito, tanto na medicina humana quanto veterinária.

Ela é extremamente indicada em determinadas doenças ( como diturbios músculo-esqueléticos, neurológicos, digestórios e outros), sendo considerada como tratamento de escolha para tais doenças. E para outras doenças, ela é extremamente indicada como tratamento coadjuvante (como em casos de problema de pele, do sistema imune e endócrino, entre outros) na chamada medicina complementar , mais corretamente falando, medicina integrativa, fazendo parto do chamado tratamento integral, em que a medicina alopática (que faz uso de drogas e fármacos comercializados pelas farmácias e drogarias, além das cirurgias) é utilizada em conjunto com a Acupuntura Veterinária, além de outras técnicas de reconhecida eficácia como a fitoterapia, massagens, fisioterapia, homeopatia e outras técnicas.

Quais doenças são mais frequentemente tratadas pela Acupuntura? As doenças que mais levam a Acupuntura Veterinária a se conhecida como excelente forma de tratamento são as chamadas Discopatias, doenças que afetam a coluna(cervical, toracolombar, lombar e lombossacral) e que normalmente levam ao quadro clínico de paralisia/paresia. Animais que ficam portanto paraplégicos ou até mesmo tetraplégicos.

Mas há diversas outras doenças que a acupuntura trata com grande sucesso também, seja apenas mediante o uso de agulhas de acupuntura isoladamente, ou em conjunto com a fitoterapia e a moxabustão( o ato de aquecer o ponto de acupuntura ou área lesada mediante o uso de bastão de erva - Artemísia sp - conhecida como Moxa) ou ainda integrada a medicina alopática (mediante ao uso de drogas/fármacos e cirurgias).

As principais doenças Tratadas com Acupuntura são:

Para Cães
Em cães, os sistemas que mais se beneficiam com o uso de acupuntura sem dúvida nenhuma se destacam os seguintes:

Osteomuscular / musculoesquelético
Nervoso (neurológico)
Tegumentar (dermatológico)
Imune
Endócrino
Digestório
Geniturinário
Cardiovascular e respiratório

Sem dúvida alguma que os distúrbios neurológicos acabam ganhando mais destaque, tendo em vista que a paralisias de membros pélvicos, que tanto acometem os cães, principalmente os da raças Teckel (Daschund), apelidados de "salsichinhas", são em sua grande maioria curadas mediante o uso da acupuntura associada à fitoterapia e alteração de manejo do animal enfermo e ambiente em que ele vive.

Para Cavalos
Dentre as principais doenças tratadas em acupuntura equina sem duvida nenhuma que estão entre as mais frequentes as associadas a problemas locomotores, osteomoleculares e de performace atlética. mas há outros sistemas que não o locomotor que se beneficiam e muito com o uso da acupuntura em cavalos, dentre eles se destacam os sistemas tegumentar, neurológico, imunoendócrino, cardiovascular e com grande destaque o digestório.

As principais indicações da acupuntura em equinos são:
Cólicas
Diarréias
Dermatopatias
Problemas respiratórios
Distúrbios metabólicos, alérgicos e do sistema imunoendócrino

Principais indicações em enfermidades locomotoras:
Laminite
Síndrome do navicular
Tendinites
Osteíte podal
Rabdomiólise
Miosites
Paresias /paralisias
Dores lombares

Otohematoma em Cães

                               
                               
Otohematoma é o acumulo de sangue na orelha, fazendo com que ocorra um aumento de volume na porção côncava da orelha, que causa dor e incomodo, e é uma afecção de aparecimento súbito, isso pode acontecer quando o animal coça muito a orelha, doenças que interferem na coagulação, inflamação, fazendo com que haja lesão da cartilagem auricular e consequentemente haja a ruptura de vasos.

O tratamento pode variar conforme o caso, cabendo ao médico veterinário decidir qual o melhor procedimento a seguir clínico ou cirúrgico. Mas em muitos casos o procedimento cirúrgico é o tratamento definitivo, pois é possível drenar todo o sangue acumulado e também retirar o tecido fibroso ali presente.

O pós operatório exigirá alguns cuidados como a limpeza da ferida cirúrgica, bandagens compressivas, colar elisabetano todo o tempo, para que o animal não coce a ferida e agrave ainda mais, e as medicações prescritas pelo veterinário.
Mas além de tratar o otohematoma é importante identificar a causa de base e trata-la também para evitar futuras recidivas. 

Fontes:

Vida na Água - Saúde e Diversão


Olá Amigos!
O verão está ai e junto com ele o calor e o incomodo dos mais peludinhos. Por isso hoje resolvi postar dicas de como se divertir com seu cão na piscina ou algo do tipo que você tenha em casa. Algumas raças já têm predisposição a vida aquática, como o Golden Retriever, o Labrador e o Cocker, e tem necessidade desse tipo de diversão desde filhotes, mas todo cão pode se exercitar na piscina, desde que com cuidado e supervisão. Confira as dicas:

Entrar na piscina é muitas vezes a primeira experiência aquática então ser jogado na água não é legal e raramente dá certo. O cão se sente sem apoio e entra em desespero, cansando mais fácil e correndo o risco de se afogar. Daí pode surgir um trauma e ele nunca mais irá entrar em uma piscina.

O cão pode ser treinado a nadar desde filhote, desde que esteja com todas suas vacinas em dia, e você pode associar a piscina com alguma coisa agradável, como um petisco ou um brinquedo, jogado na água para ele ir buscar. O cão muitas vezes pode ficar na posição errada, ao invés de ir em direção ao objeto ele bate as patas sem deslocar o corpo e aparenta querer sair da água, ficando assim estressado e cansado. Quando isso ocorrer, segure-o firmemente junto à superfície, na posição horizontal com o corpo para frente e solte-o em direção à margem ou ao objeto.
Se houver dificuldades no treino inaugural, ele pode ser feito num lago ou praia, os cães tem mais facilidade para entrar na água rasa e geralmente vão indo para o fundo com naturalidade. Petiscos podem ser jogados para estimular a ida ao mais fundo e para o cão não desistir.

A experiência aquática de seu cão deve ser agradável e evitar traumas ou acidentes. Portanto depois que ele nadou, estimule-o mais um pouco, recompensando-o com petiscos de vez em quando e esteja sempre pronto para socorrê-lo quando necessário. Após ele nadar seque bem as orelhas(a umidade pode causar otite) e se a natação foi no mar ou lagoa lave antes de secar as orelhas com água doce ou solução fisiológica.

Os cães não conseguem sair sozinhos da piscina, portanto, é ideal sempre ter alguém para supervisioná-lo e ajudá-lo a sair, ou que a piscina tenha degraus largos ou uma rampa que auxilie o apoio, lembrando sempre que o cão deve ser familiarizado com o novo recurso.

Se você tem uma piscina em casa, nada melhor do que passar um tempo extra com seu amigo, espero que as dicas ajudem.

Obesidade em cães


Fique atento, você pode estar prejudicando a vida do seu Animal.

Os numerosos séculos de domesticação deram ao cão o privilégio de ser o mais cuidado dos animais domesticados pelo homem. Isto significa que pode desfrutar de bons pratos de comida, mas também compartilhar os nossos maus hábitos e as vicissitudes da civilização. Ou seja, assim como os seres humanos, os cachorros também vem sofrendo com a obesidade. Mas diferente de nós, eles comem o que lhes é servido, o que significa que os responsáveis pela obesidade canina são os próprios humanos.

A imagem de um cachorro gordo como sinônimo de animal cheio de vida pertence ao passado; é necessário conhecer as consequências nocivas derivadas de um estado de excessiva gordura para não deixar que se produza, e menos ainda favorecer a obesidade, muitas vezes reflexo de um carinho mal entendido para com um animal de estimação. Muitos acham que um animal gordo é sinônimo de fofura. Outros enchem-nos de comida porque acham que comida é amor e que eles devem satisfazer todas as vontades do cão ou do gato. Mas esses hábitos não só diminui a qualidade de vida do animal, como está encurtando o tempo que ele ficará ao lado do dono, ou seja, sua vida será mais curta por conta de todos os problemas de saúde que a obesidade traz consigo.

O problema atinge 30% dos animais
Aproximadamente um terço dos cães de estimação sofrem deste problema, que afeta mais as fêmeas que os machos e, segundo alguns, certas raças mais do que as outras. Os cachorros castrados também tendem a engordar mais que outros, por isso é muito importante que esses animais tenham a alimentação ainda mais vigiada.

Meu cão está obeso. O que devo fazer?
O olhar do cinófilo, do veterinário que o trata, a balança e as suas próprias impressões estão de acordo: o seu cão está obeso. Como se chegou a isso? De longe, em relação a todas as outras, a primeira causa da obesidade é a superalimentação. É realmente necessário constatar que os cães obesos devem o seu peso excessivo, em gordura corporal, a uma ração muito energética. Sem contar aqueles donos que tratam os cães cheios de guloseimas, como queijos (que são muito gordurosos), pão, frios e até chocolate, que é tóxico e pode matar.

Os dietistas falam de balanço positivo de energia. Para uma alimentação equilibrada, este balanço deve ser nulo, ou seja, os acréscimos alimentares devem compensar exatamente os gastos enérgicos devidos à atividade física (esporte, caça, guarda, etc) ou às necessidades fisiológicas (crescimento, gestação, lactação, luta contra o frio, etc). Se os acréscimos forem maiores do que as necessidades, mesmo durante um curto período da sua vida, o cão engordará. É o mesmo que acontece com os seres humanos.Se você come mais do que gasta, você engorda. Se gasta o que come, mantém o peso. E se gasta mais, emagrece. Basta levar isso em consideração quando for pensar no cachorro.

Se o seu cão sofre de excesso de gordura, é necessário rever a sua alimentação, e assegurar-se de que os quilos supérfluos não se devem a outros desajustes.

Talvez não seja porque seu cão come muito.
A origem da obesidade nem sempre é a superalimentação. Estima-se que 25% dos cães obesos sofram de hipotiroidismo. Por outro lado, conhece-se a tendência dos animais castrados para ganharem peso (as estatísticas mostram que esta tendência aumenta nas fêmeas) mas parece que a esterilização induz à obesidade apenas pelas razões psíquicas que dela resultam, pois as injeções de hormônios sexuais nos animais castrados não corrigem o peso adquirido.

Ao contrário, as glândulas supra-renais produzem muito cortisol, que desenvolve asíndrome de Cushing, caracterizada por um abdomem dilatado, queda do pêlo e músculos fofos. Um animal que apresente estes sintomas bebe e urina muito e dificilmente se satisfaz.

Finalmente, convém mencionar a raríssima lesão do hipotálamo (um tumor por exemplo), centro da saciedade. Uma perturbação no seu funcionamento pode ser responsável por uma fome imoderada.

Menos convencional e mais frequente, o excesso de consumo alimentar de origem psicológica entra no que se chama obesidade do stress. Um cão com boa saúde pode tornar-se bulímico em resposta ao stress ou a um choque psico-afetivo. Certos casos de obesidade observam-se igualmente nos cães "vítimas" de um exagerado carinho por parte do dono, que se traduz em guloseimas. É certo que, seja qual for o motivo da consulta, o veterinário deve levar em conta sempre o meio que o rodeia, psicológica e afetivamente.

Consequências da obesidade
Risco aumentado em cirurgias – Necessidade de uma maior dose de anestesia e menor visibilidade dos órgãos envolvidos em massa gorda;

Maior pressão sobre o coração, pulmões, rim e articulações – Quase todos os órgãos do cão têm de aumentar o seu ritmo de atividade para manter o maior volume de massa do animal.

Agravamento de doenças articulares, como a artrite – O aumento de peso faz com que o cão tenha de forçar mais as articulações para se poder movimentar. A artrite, que provoca dores intensas, pode-se desenvolver devido ao aumento da pressão sobre joelhos, anca e cotovelos. Esta condição é ainda mais preocupante nas raças de porte grande que são já predispostas a desenvolver displasias.

Desenvolvimento de problemas respiratórios em tempo quente e durante exercício – Num cão obeso os pulmões têm menos espaço para se encherem de ar e têm em contrapartida de aumentar a sua capacidade de captação de oxigênio para fornecer ar ao maior número de células no corpo.

Desenvolvimento de diabetes – Doença sem cura que pode obrigar a injeções diárias e pode levar à cegueira. A incapacidade de produção de insulina para processar os níveis aumentados de açúcar está por detrás do desenvolvimento de diabetes.

Aumento da pressão sanguínea que pode originar problemas cardíacos – O coração é um órgão bastante afetado pela obesidade. O coração tem de aumentar a sua capacidade de distribuição de sangue a muitos mais sítios que se foram criando com a acumulação de massa. Como o sangue tem de percorrer um caminhos mais longos, a força ou pressão com que é bombeado tem de aumentar.

Aumento da probabilidade de desenvolver tumores – Estudos recentes associam o desenvolvimento de cancro, sobretudo mamário ou no sistema urinário, com a obesidade.
Perda de eficácia do sistema imunológico – As doenças virais parecem afetar de forma mais agressiva os cães com excesso de peso.

Problemas gastrointestinais – Diarreia e o aumento da flatulência ocorrem mais frequentemente em cães obesos, situação que não é agradável nem para o cão e nem para o dono.

Dez dicas para combater a obesidade
Algumas recomendações simples a este respeito, suficientes para corrigir ou para evitar o excesso de peso, sempre oportuno para outras complicações:

1. Convencer-se do estado de obesidade do seu cão e observar tudo o que o animal come durante o dia.

2. Reduzir 20 a 40 % o valor energético da sua ração (sem diminuir o volume, pois os nutricionistas demonstraram que o cão acostumado a um certo volume de alimentos, tende a mantê-lo, mesmo que a alimentação seja menos energética).

3. Fracionar a ração ao longo do dia (é melhor dar-lhe várias rações pequenas ao longo do dia)

4. Utilizar os alimentos preparados do comércio cuja garantia nutricional é conhecida, ou, melhor ainda, os alimentos dietéticos, vendidos pelos veterinários, especiais para vencer a obesidade. Uma ração especial para cães obesos é fundamental.

5. Dispensar as guloseimas, muitas vezes responsáveis pelas linhas deselegantes: o biscoito pela manhã, o pedacinho de queijo ao meio-dia, a pequena guloseima da noite diante da televisão.

6. Fazer com que beba tanta água quanto seja possível.

7. Impor-lhe um exercício físico regular.

8. Estabelecer um programa preciso de emagrecimento junto com o veterinário que o trata.

9. Comprovar regularmente os progressos obtidos com a ajuda de uma balança e apontar os resultados num diagrama.

10. Uma vez que se encontre em forma, manter um regime de conservação para evitar a recaída (este regime será inferior 10% ao que o cão comia antes de ficar obeso).

O senso comum dos humanos indica que a solução é comer menos. Muitas pessoas dizem que se sentem bem como são e tanto pior se têm uns quilos a mais!

Os nossos cães não conhecem estes estados de ânimo próprios dos donos e portanto devemos evitar-lhe os inconvenientes de uma superalimentação. O único prazer que encontram em comer demais é semelhante ao que podemos encontrar quando nos chateamos. Em casos extremos, a última solução é a hospitalização sob vigilância do veterinário. Ainda não existem casas de saúde para cães.

Dieta para cães obesos
Outras recomendações na luta contra o excesso de peso: pequenas rações ao longo do dia com redução do seu valor energético. Cuidado! Se não toma adequadamente esta medida, existe o perigo de provocar carência. Assim é melhor usar alimentos preparados, que oferecem todas as garantias nutritivas.

Algumas raças com tendência a engordar:
Basset Hound
Beagle
Bichon Frisé
Cairn Terrier e outros terriers de porte pequeno
Caniche Toy
Cocker Spaniel Inglês e Americano
Dachshund
Dálmata
Dogue Alemão
Springer Spaniel Inglês e Galês
Golden Retriever
Labrador Retriever
Mastiff
Pug
S. Bernardo
Schnauzer Miniatura
Shih Tzu
Weimaraner

Fonte: Nossos Amigos, os Cães - Editora Planeta
Adaptação: Pet Minha Vida


Treinamento com coleira

Apesar de todos os filhotes e cães adultos precisarem brincar livremente e aprenderem que devem vir quando são chamados, eles também devem aprender a andar com coleira. O início deste treinamento pode variar de raça para raça. Este treinamento pode começar no seu próprio jardim assim que possível, com cada lição bastante curta: dois a cindo minutos por dia são suficientes, no começo. Esta não é uma tarefa para crianças pequenas. Já uma criança maior, geralmente, pode ser uma boa escolha.

Escolher a guia correta é importante. A coleira fornece controle e há vários tipos disponíveis. As correntes de enforcamento são normalmente muito cruéis e podem ferir o pescoço do animal. As coleiras de mio enforcamento recomendadas estão disponíveis em correia ou corrente. Também há coleira de enforcamento de correia e uma deslizante de correia. Esta ultima funciona com o mesmo principio de corrente de enforcamento e tem a mesma desvantagem de poder causar problemas. Nenhuma coleira é feira para enforcar um cachorro! Uma guia ‘Flexi’ é um investimento útil, porque ela estica quando necessário, mas também pode ser usada uma guia de nylon.

As coleiras de treinamento devem ser usadas apenas em conjunto com a guia. Elas não devem ser deixadas no cão, porque podem se prender e algo e estrangula-lo. Existem coleiras que podem ser deixadas o tempo todo no cão como, por exemplo, coleiras de couro ou de nylon, nas quis podem ser presa uma etiqueta ou medalha com nome endereço.

A coleira de meio enforcamento de corrente é útil para fins de treinamento, pois aperta e libera facilmente, não estraga a pelagem do cão e não machuca seu pescoço. Um filhote relutante pode ser encorajado a andar ao seu lado e o cão que deseja arrastar você pode ser contido sem danos.

Papagaio vira informante da polícia e denuncia ladrão


Ele foi vendido a uma loja e, quando seu dono de verdade entrou, o bicho gritou seu nome

Você sabe o que significa a gíria “X-9”? Dizem que um X-9 é uma pessoa que delata as outras, um verdadeiro dedo duro, em português bem claro.

Um papagaio virou informante da polícia ao entregar um criminoso. Tudo aconteceu porque o pássaro foi roubado e vendido a uma loja de animais em Beijing , na China.

Quando estava na loja, o papagaio viu seu dono de verdade entrando e começou a chamá-lo pelo nome.
Wang Lu, dono do bicho, ficou indignado e perguntou como a loja tinha conseguido aquele papagaio. 

Os funcionários deram então o nome e o endereço de Hu Feng, o ladrão. O cara foi achado e preso. Wang e seu amigo papagaio voltaram felizes para casa. O louro deu mesmo o pé, mas foi passando uma grande rasteira no bandido.

Fonte: R7.com