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Gata consegue prever ataques do dono



Lilly salva o dono por antecipar a doença e até por socorrê-lo no meio de uma crise


Depois de sofrer um ataque epiléptico grave, o estudante Nathan Cooper passou a dever a vida a sua gata de estimação Lilly. Ela consegue prever e salvar o dono das crises.
O bicho detecta as mudanças no organismo do seu proprietário, até uma semana antes de um ataque, e alerta os pais do estudante universitário sobre o ápice doença.
A família vive na cidade de Bournemouth, no Reino Unido, e está com a gata faz um ano. De acordo com uma entrevista da mãe do rapaz ao jornal Daily Mail, Tracey Cooper, a gata tem uma forma especial de avisar os donos.

- Lilly é uma muito tranquila, mas quando Nathan tem uma crise, ela começa a subir e descer as escadas miando diferente.

A mãe do jovem conta que, além de prever as crises, o animal já salvou a vida de seu filho pelo menos uma vez.

- Nathan parou de respirar , e Lilly estava realmente preocupada. Então, ela começou a lamber sua boca e assim impulsionou a respiração. Agora, ela não sai mais do lado dele.

A equipe médica do local afirmou que não é inédito o fato de um animal de estimação conseguir perceber ataques epilépticos iminentes.
Especialistas alegaram que o agudo sentido do olfato de cães e gatos pode ajudar a detectar mudanças químicas pouco perceptíveis dentro do corpo humano antes de um ataque.
O dom de Lilly já rendeu o prêmio "Meu animal de estimação superstar”, de uma marca de produtos caninos.

Veja 5 dicas para dar Remédios para seu Pet


1°  Medicamentos para o ouvido


Esse é um dos tipos de remédio mais complicados, pois os animais têm a sensação de desequilíbrio com os medimamentos líquidos para o ouvido. Depois da primeira aplicação, é difícil o pet deixar fazer a segunda. Nesse caso, também não tem muita negociação. O jeito é colocar o cão sobre uma mesa e fazer a aplicação usando focinheira. Há, porém, alguns medicamentos já disponíveis em gel, que são melhores, porque evitam justamente a sensação de desconforto que tanto assusta os bichos. Seja qual for a escolha, a sugestão é segurar as orelhas com firmeza, mas sem apertar, e levantar para pingar a dosagem. Depois, abaixe a orelha com gentileza e esfregue a cartilagem na base da orelha. Assim, o medicamento flui pelo canal auditivo.


                                                                                               2°  Medicamentos tópicos


Medicamentos tópicos são invariavelmente receitados pelos veterinários. No caso dessa modalidade, dos remédios absorvidos pela pele, dê prerência aos que vêm em spray ao invés das pomadas (não confundir com os remédios em pasta). Isto porque as pomadas são lambidas pelos animais e não se fixam bem. Além de atrapalhar o tratamento, isso causa irritação na pele. Outro problema das pomadas é que o remédio acumulado entre os dedos, no caso de ser aplicado nas patas, promove humidade com possibilidade de criação de fungos. Para os tratamentos simples, o único toque na hora de usar os sprays é não aplicar em contato direto com o corpo, o melhor é aplicar no algodão e espalhar. Depois de passar o remédio, é prudente brincar ou passear com o cachorro, o que ajuda o medicamento a agir. Mesmo o spray sendo uma opção que se fixa bem à pele, é bom não esquecer de recompensar o amigão depois.



Remédios em pasta


Especialmente no caso dos gatos, o veículo mais indicado de remédio é a modalidade em pasta, cada vez mais popular no mercado. Como os gatos são desconfiados, os remédios em pasta dão uma tapeada neles, já que os felinos têm mania de checar tudo, ao contrários dos cães, que são mais incautos. Você passa na pata e o animal instintivamente lambe, sem que você precise negociar com ele. Há também as pastas tópicas, para passar nas costas.




                                                                          4° Medicamentos sólidos por via oral


No caso dos comprimidos, cápsulas ou drágeas, o ideal é selecionar um alimento que o pet gosta muito. Podem ser frutas, como a banana, ou petiscos molinhos, a exemplo do polenguinho. Quebre o alimento em três pedaços. Você precisa dar o remédio em três fases. O primeiro pedaço é puro, o segundo, escondido dentro do alimento, e, o terceiro, também sem nada. Para colocar o remédio direto na garganta, o procedimento é posicionar o animal de costas entre as suas pernas. Com o bichano de costas, levante a cabeça e introduza na garganta até ele engolir. Quando o animal não encara o dono, é menos provável que fique estabanado ou agressivo.


 5° Medicamentos líquidos ou xaropes em geral


A dica é prestar atenção à dose ideal para a variação de peso do animal. O remédio deve ser dado com o uso de seringa, sempre posicionada na curva interna da boca, entre o maxilar superior e o inferior. Não vá com pressa. Acalme o animal, vá conversando com ele e, de forma ligeira, puxe o lábio, apoie o bico da seringa, mostre um petisco e o faça entender que esta é a recompensa. Pressione a seringa com cuidado, para que o remédio não vá para a laringe. É muito importante dar o remédio evitando ao máximo reações físicas, pois o pet corre o risco de machucar o pescoço ao tentar escapar;


Fonte R7.com

Aprenda truques para dar remédio para seu Pet


Gatos são desconfiados e gostam de checar tudo antes de ingerir. Por isso, é bom sempre dar preferência a remédios palatáveis e recompensar o animal


Se é verdade que há certos mitos envolvendo o comportamento de cães e gatos, há também algumas percepções impossíveis de contestar. Dar remédios para os pets, por exemplo, nunca é tarefa simples para donos pouco experientes.


São raros os bichos de estimação que tomam remédio de boa vontade. Cães acham ruim o gosto ou mesmo a sensação de algo estranho descendo pela garganta.

Gatos, por sua vez, são desconfiados: com sua mania de checar tudo antes de consumir, remédios para eles é tido como possível ameaça à saúde. Por mais que, na prática, sejam exatamente o contrário.

Pensando nisso, consultamos a veterinária clínica e terapeuta Rúbia Burnier (UNIFENAS-MG), que atua há mais de 20 anos na área de comportamento animal, para colher algumas dicas úteis e práticas.

Segundo ela, hoje é mais fácil ministrar remédios aos pets em casa do que há alguns anos.

- Atualmente, já existem diversos medicamentos no mercado em forma de pasta ou mesmo com gosto, para ajudar nesta nem sempre descomplicada missão. O mercado está se aprimorando nesse sentido, o que é ótimo para todo o mundo.

Para cada tipo de remédio, há um jeito especial de se ministrar o medicamento, explica a profisional.


Fonte R7.com