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Saúde do Aparelho Digestivo



Olá Pessoal! Dias atrás no meu estágio no Setor de Anestesiologia e Emergências do Hospital Veterinário da UFG, recebemos um paciente apático, que mais tarde apresentou sintomatologia digestiva e após uma ultrassonografia obtivemos o diagnóstico: Corpo Estranho Ingerido. Decidi então trazer aqui alguns dos principais fatores que levam à uma doença do Aparelho Digestivo para ajudar a esclarecer as principais dúvidas dos proprietários.

Então. a saúde do Aparelho Digestivo do seu Cão ou Gato está totalmente dependente do tipo de dieta que ele recebe, além de outros fatores como predisposições genéticas à algumas doenças, mas ainda sim o alimento é um grande fator que permite que esse sistema funcione de forma saudável. O comprometimento digestivo dos animais leva à diversos transtornos metabólicos e fisiológicos, dentre deles as alterações no equilíbrio de nutrientes essenciais ao funcionamento do organismo como um todo. Alem disso, como é comum em muitos casos, a ocorrência de diarreia, que leva o animal à uma grande perda de líquidos e eletrólitos, acarretando em severas desidratações.

#O que são distúrbios digestivos?
Os transtornos digestivos de forma geral é entendido como qualquer comprometimento da absorção e passagem do alimento pelo trato digestivo. De forma geral esses acometimentos levam à redução da disponibilidade de nutrientes ao animal, resultando em diversas alterações no organismo animal. Os problemas digestivos podem ser tratados em questões de dias, com uma reformulação da dieta do animal; ou em outros casos podem levar dias, quando está envolvido por exemplo agentes infecciosos e parasitários.


#Será que meu animal tem algum distúrbio digestivo?
Quando ocorre alterações na função digestiva, os principais sinais que podemos observar, é o aparecimento de fezes amolecidas, ou mesmo diarreia. Outros sintomas podem ser observados, como os descritos abaixo:
- Abdome tenso e sensível;
- Alteração do apetite;
- Vômitos ou diarreia;
- Flatulência;
- Sangue ou muco nas fezes;
- Esforço ao defecar;
- Perda de peso.

#Tipos e causas dos distúrbios digestivos
Vários fatores são os que podem levar à algum problema digestivo, como a ingestão de algum conteúdo estranho, irritabilidade intestinal à alguma substância, ausência de enzimas digestivas ou ainda infecções bacterianas e/ou parasitárias. Algumas raças caninas, como do Dogue Alemão, Pastor Alemão, Golden Retriever e o Collie, são mais propensos a determinados tipos de transtornos digestivos.

#Principais transtornos

Gastroenterite aguda
É a inflamação do trato digestivo, geralmente de breve duração, causada pela digestão de alimento estragado ou substancias tóxicas.

Colite
Mais comum entre animais com menos de 5 anos, consiste na inflamação do intestino grosso, o que resulta na emissão frequente e dolorosa de fezes. As diarreias geralmente contem muco de sangue.

Constipação (prisão de ventre)
Possui varias causas, entre as quais a falta de atividade física e a ingestão de materiais indigestíveis, como osso.

Insuficiência pancreática exócrina
Esta doença e caracterizada pela perda de peso, aumento do apetite e produção volumosa de fezes amolecidas.

Má absorção do intestino delgado
A inflamação do intestino delgado prejudica a absorção de nutrientes, perda de peso e de apetite.

Antes de tudo, leve seu animal à um Médico Veterinário. Somente ele procederá com os devidos exames para o diagnóstico de alguma doença.

Diabetes melittus



Quando seu animal apresenta diabetes, é ainda mais importante que ele consuma o alimento correto. Este blog explica como a nutrição pode ajudar.

Assuntos abordados

#Sintomas do diabetes
#Causas do diabetes
#Alimentos que podem ajudar

O que é diabetes?

O diabetes mellitus é uma doença metabólica que impede seu animal de utilizar efetivamente o açucar (glicose) consumido, interferido, desta forma, no controle do nível de glicose no sangue. A insulina que é produzida no pâncreas é fundamental para regular a utilização e o armazenamento da glicose sanguínea. A produçao insuficiente de insulina representa uma potencial ameaça à vida.

Há dois tipos de diabetes e, embora não haja cura, cães com qualquer uma das formas da doença podem ser tratados com êxito através de dieta, atividade física e, se necessário, da administração regular de insulina. Com o alimento adequado as orientações de seu veterinário, seu cão pode gozar de uma vida feliz e ativa.


#Será que meu animal e diabético?
Os sintomas dos diabetes são difíceis de reconhecer, pois assemelham-se aos de outras doenças. Caso você observa a ocorrência de algum dos sintomas a seguir, pode ser que seu animal seja diabetio.


#O que pode provocar diabetes?
A redução na produção de insulina e geralmente causada por lesão pancreática. Contudo, em alguns animais, alterações hormonais ou o uso de determinados medicamentos podem reduzir o efeito da insulina. Entre outros fatores predisponentes do diabetes, podem citar:

/// Condição corporal
Cães com excesso de peso são mais propensos a desenvolver diabetes.

/// Idade
Os animais podem apresentar diabetes a qualquer idade, mas a maioria passa a ter a doença em torno dos Oito anos de vida.

/// Raça
Algumas raças caninas, como o Samoiedo, o Schnauzer miniatura, o Podle miniatura e o Bichon Frisé são mais propensas ao diabetes que outras raças. 

Exercícios



Um cão jovem fará todo exercício que precisar em seu jardim. Isto se aplica em todos os filhotes, pequenos ou grandes. Excesso de exercício em cães jovens, especialmente nos de raças grandes, pode colocar muitos estresse em ossos em desenvolvimentos, o que pode levar, em casos externos, a problemas de articulação. O descanso é tão importante quando o exercício.

Claro que você deve certificar-se de que seu cão está seguro no jardim, de que ele não consegue passar por baixo de uma cerca e de que os portões estão fechados. Não adianta achar que uma fêmea tem mais probabilidade de sair para perambular do que o macho. Os dois o farão se tiverem oportunidade. Para filhotes, é bastante útil fazer uma área fechada para diversão na grama ou pátio com algum tipo de cerca temporária para que você saiba que o filhote esta seguro e que não cavará sob plantas ou desaparecerá por um buraco que você não saiba que existia.

Caso você e seu cão morem em apartamento, e fundamental que você o leve para passear no mínimo duas vezes ao dia. Alem do exercício, você poderá ensiná-lo a fazer suas necessidade durante esses passeios. Lembre-se de recolhê-las, pois isso faz parte da boa educação e cidadania. Esses passeios também são importantes para sociabilizarão e habituação do filhote frente a vários estímulos externos.

Sarna Demodécica - Como Tratar?


Muito se ouve falar sobre a sarna canina, uma infecção de parasita, que pode passar para os humanos e faz com que a vítima se coce sem parar.
Mas este não é o único tipo da doença. Ela se apresenta também com o nome de sarna negra, cientificamente chamada demodécica. Nessa versão, em vez da coceira, o bicho apresenta feridas com secreções e odor forte.

Assim como a comum, a sarna negra é um parasita que aparace pela infestação de um ácaro. A doença pode afetar cachorros e, raramente, coelhos.

Segundo o Médico Veterinário Wilson Grassi, a presença deste ácaro na pele dos animais é normal e inofensiva. Porém, pode se manifestar em animais que não nasceram com uma deficiência imunológica específica.

Essa sarna não é contagiosa, mas propicia infecções bacterianas secundárias. Portanto, é indispensável ter regras básicas de higiene, tanto para os animais como para os humanos, como explica o especialista.

- É bom evitar que os animais afetados entrem em contato com outros nos momentos de crise, e as pessoas responsáveis pelo bicho devem sempre lavar as mãos.

Cuidados com o animal infectado

Não existem medicamentos que curem a sarna, mas existem os que a controlam muito bem. Se cuidado, o bicho terá vida quase normal.

Ainda de acordo com Grassi, a doença não tem como ser evitada. Como se trata de um problema genético, o único jeito de impedir que ela se espalhe é evitar a procriação do animal.

Acupuntura - Fonte de Saúde para seu Animal


O que é?
É uma técnica milenar de origem chinesa, mas que também era aplicada pelos indianos e egípcios. foram os chineses que tornaram a acupuntura um sistema médico bem organizado e estruturado.


Esta técnica consiste na aplicação de finíssimas agulhas próprias de acupuntura, as quais são estéreis e descartáveis, na pele dos animais, podendo ser inseridas superficialmente ou até mesmo alguns centímetros, penetrando a pele e músculos,por exemplo, causando estímulos no corpo do animal, os quais levarão a uma resposta do organismo, ocasionando a cura de certas doenças, ou ao menos o controle da mesma, determinando um quadro de bem-estar físico e emocional ao animal.

Nos Animais, quem pode fazer a Acupuntura? 
Somente um Médico Veterinário devidamente qualificado na área de Acupuntura Veterinária poderá utilizar as técnicas da Medicina Veterinária Tradicional Chinesa, como a Acupuntura, Fitoterapia, Massagens, Moxabustão e outras mais, como a devida qualidade e confiabilidade que seu animal tanto merece. É ele o profissional que estudou devidamente a anatomia, fisiologia e clínica médica, além de diversas outras disciplinas, a fim de que se possa utilizar ambos os conhecimentos, tanto de medicina ocidental(alopática) quanto da oriental.

A Acupuntura é Dolorida?
Em casos de dores muito agudas, a acupuntura pode causar um incômodo, quando as agulhas são aplicadas próximas ao local afetado. Em casos extremos temos como driblar a dor, realizando acupuntura com laser ou utilizando a ultrassom.

A Acupuntura Veterinária?
Esta técnica milenar de tratamento vem atualmente crescendo e muito, tanto na medicina humana quanto veterinária.

Ela é extremamente indicada em determinadas doenças ( como diturbios músculo-esqueléticos, neurológicos, digestórios e outros), sendo considerada como tratamento de escolha para tais doenças. E para outras doenças, ela é extremamente indicada como tratamento coadjuvante (como em casos de problema de pele, do sistema imune e endócrino, entre outros) na chamada medicina complementar , mais corretamente falando, medicina integrativa, fazendo parto do chamado tratamento integral, em que a medicina alopática (que faz uso de drogas e fármacos comercializados pelas farmácias e drogarias, além das cirurgias) é utilizada em conjunto com a Acupuntura Veterinária, além de outras técnicas de reconhecida eficácia como a fitoterapia, massagens, fisioterapia, homeopatia e outras técnicas.

Quais doenças são mais frequentemente tratadas pela Acupuntura? As doenças que mais levam a Acupuntura Veterinária a se conhecida como excelente forma de tratamento são as chamadas Discopatias, doenças que afetam a coluna(cervical, toracolombar, lombar e lombossacral) e que normalmente levam ao quadro clínico de paralisia/paresia. Animais que ficam portanto paraplégicos ou até mesmo tetraplégicos.

Mas há diversas outras doenças que a acupuntura trata com grande sucesso também, seja apenas mediante o uso de agulhas de acupuntura isoladamente, ou em conjunto com a fitoterapia e a moxabustão( o ato de aquecer o ponto de acupuntura ou área lesada mediante o uso de bastão de erva - Artemísia sp - conhecida como Moxa) ou ainda integrada a medicina alopática (mediante ao uso de drogas/fármacos e cirurgias).

As principais doenças Tratadas com Acupuntura são:

Para Cães
Em cães, os sistemas que mais se beneficiam com o uso de acupuntura sem dúvida nenhuma se destacam os seguintes:

Osteomuscular / musculoesquelético
Nervoso (neurológico)
Tegumentar (dermatológico)
Imune
Endócrino
Digestório
Geniturinário
Cardiovascular e respiratório

Sem dúvida alguma que os distúrbios neurológicos acabam ganhando mais destaque, tendo em vista que a paralisias de membros pélvicos, que tanto acometem os cães, principalmente os da raças Teckel (Daschund), apelidados de "salsichinhas", são em sua grande maioria curadas mediante o uso da acupuntura associada à fitoterapia e alteração de manejo do animal enfermo e ambiente em que ele vive.

Para Cavalos
Dentre as principais doenças tratadas em acupuntura equina sem duvida nenhuma que estão entre as mais frequentes as associadas a problemas locomotores, osteomoleculares e de performace atlética. mas há outros sistemas que não o locomotor que se beneficiam e muito com o uso da acupuntura em cavalos, dentre eles se destacam os sistemas tegumentar, neurológico, imunoendócrino, cardiovascular e com grande destaque o digestório.

As principais indicações da acupuntura em equinos são:
Cólicas
Diarréias
Dermatopatias
Problemas respiratórios
Distúrbios metabólicos, alérgicos e do sistema imunoendócrino

Principais indicações em enfermidades locomotoras:
Laminite
Síndrome do navicular
Tendinites
Osteíte podal
Rabdomiólise
Miosites
Paresias /paralisias
Dores lombares

Otohematoma em Cães

                               
                               
Otohematoma é o acumulo de sangue na orelha, fazendo com que ocorra um aumento de volume na porção côncava da orelha, que causa dor e incomodo, e é uma afecção de aparecimento súbito, isso pode acontecer quando o animal coça muito a orelha, doenças que interferem na coagulação, inflamação, fazendo com que haja lesão da cartilagem auricular e consequentemente haja a ruptura de vasos.

O tratamento pode variar conforme o caso, cabendo ao médico veterinário decidir qual o melhor procedimento a seguir clínico ou cirúrgico. Mas em muitos casos o procedimento cirúrgico é o tratamento definitivo, pois é possível drenar todo o sangue acumulado e também retirar o tecido fibroso ali presente.

O pós operatório exigirá alguns cuidados como a limpeza da ferida cirúrgica, bandagens compressivas, colar elisabetano todo o tempo, para que o animal não coce a ferida e agrave ainda mais, e as medicações prescritas pelo veterinário.
Mas além de tratar o otohematoma é importante identificar a causa de base e trata-la também para evitar futuras recidivas. 

Fontes:

Obesidade em cães


Fique atento, você pode estar prejudicando a vida do seu Animal.

Os numerosos séculos de domesticação deram ao cão o privilégio de ser o mais cuidado dos animais domesticados pelo homem. Isto significa que pode desfrutar de bons pratos de comida, mas também compartilhar os nossos maus hábitos e as vicissitudes da civilização. Ou seja, assim como os seres humanos, os cachorros também vem sofrendo com a obesidade. Mas diferente de nós, eles comem o que lhes é servido, o que significa que os responsáveis pela obesidade canina são os próprios humanos.

A imagem de um cachorro gordo como sinônimo de animal cheio de vida pertence ao passado; é necessário conhecer as consequências nocivas derivadas de um estado de excessiva gordura para não deixar que se produza, e menos ainda favorecer a obesidade, muitas vezes reflexo de um carinho mal entendido para com um animal de estimação. Muitos acham que um animal gordo é sinônimo de fofura. Outros enchem-nos de comida porque acham que comida é amor e que eles devem satisfazer todas as vontades do cão ou do gato. Mas esses hábitos não só diminui a qualidade de vida do animal, como está encurtando o tempo que ele ficará ao lado do dono, ou seja, sua vida será mais curta por conta de todos os problemas de saúde que a obesidade traz consigo.

O problema atinge 30% dos animais
Aproximadamente um terço dos cães de estimação sofrem deste problema, que afeta mais as fêmeas que os machos e, segundo alguns, certas raças mais do que as outras. Os cachorros castrados também tendem a engordar mais que outros, por isso é muito importante que esses animais tenham a alimentação ainda mais vigiada.

Meu cão está obeso. O que devo fazer?
O olhar do cinófilo, do veterinário que o trata, a balança e as suas próprias impressões estão de acordo: o seu cão está obeso. Como se chegou a isso? De longe, em relação a todas as outras, a primeira causa da obesidade é a superalimentação. É realmente necessário constatar que os cães obesos devem o seu peso excessivo, em gordura corporal, a uma ração muito energética. Sem contar aqueles donos que tratam os cães cheios de guloseimas, como queijos (que são muito gordurosos), pão, frios e até chocolate, que é tóxico e pode matar.

Os dietistas falam de balanço positivo de energia. Para uma alimentação equilibrada, este balanço deve ser nulo, ou seja, os acréscimos alimentares devem compensar exatamente os gastos enérgicos devidos à atividade física (esporte, caça, guarda, etc) ou às necessidades fisiológicas (crescimento, gestação, lactação, luta contra o frio, etc). Se os acréscimos forem maiores do que as necessidades, mesmo durante um curto período da sua vida, o cão engordará. É o mesmo que acontece com os seres humanos.Se você come mais do que gasta, você engorda. Se gasta o que come, mantém o peso. E se gasta mais, emagrece. Basta levar isso em consideração quando for pensar no cachorro.

Se o seu cão sofre de excesso de gordura, é necessário rever a sua alimentação, e assegurar-se de que os quilos supérfluos não se devem a outros desajustes.

Talvez não seja porque seu cão come muito.
A origem da obesidade nem sempre é a superalimentação. Estima-se que 25% dos cães obesos sofram de hipotiroidismo. Por outro lado, conhece-se a tendência dos animais castrados para ganharem peso (as estatísticas mostram que esta tendência aumenta nas fêmeas) mas parece que a esterilização induz à obesidade apenas pelas razões psíquicas que dela resultam, pois as injeções de hormônios sexuais nos animais castrados não corrigem o peso adquirido.

Ao contrário, as glândulas supra-renais produzem muito cortisol, que desenvolve asíndrome de Cushing, caracterizada por um abdomem dilatado, queda do pêlo e músculos fofos. Um animal que apresente estes sintomas bebe e urina muito e dificilmente se satisfaz.

Finalmente, convém mencionar a raríssima lesão do hipotálamo (um tumor por exemplo), centro da saciedade. Uma perturbação no seu funcionamento pode ser responsável por uma fome imoderada.

Menos convencional e mais frequente, o excesso de consumo alimentar de origem psicológica entra no que se chama obesidade do stress. Um cão com boa saúde pode tornar-se bulímico em resposta ao stress ou a um choque psico-afetivo. Certos casos de obesidade observam-se igualmente nos cães "vítimas" de um exagerado carinho por parte do dono, que se traduz em guloseimas. É certo que, seja qual for o motivo da consulta, o veterinário deve levar em conta sempre o meio que o rodeia, psicológica e afetivamente.

Consequências da obesidade
Risco aumentado em cirurgias – Necessidade de uma maior dose de anestesia e menor visibilidade dos órgãos envolvidos em massa gorda;

Maior pressão sobre o coração, pulmões, rim e articulações – Quase todos os órgãos do cão têm de aumentar o seu ritmo de atividade para manter o maior volume de massa do animal.

Agravamento de doenças articulares, como a artrite – O aumento de peso faz com que o cão tenha de forçar mais as articulações para se poder movimentar. A artrite, que provoca dores intensas, pode-se desenvolver devido ao aumento da pressão sobre joelhos, anca e cotovelos. Esta condição é ainda mais preocupante nas raças de porte grande que são já predispostas a desenvolver displasias.

Desenvolvimento de problemas respiratórios em tempo quente e durante exercício – Num cão obeso os pulmões têm menos espaço para se encherem de ar e têm em contrapartida de aumentar a sua capacidade de captação de oxigênio para fornecer ar ao maior número de células no corpo.

Desenvolvimento de diabetes – Doença sem cura que pode obrigar a injeções diárias e pode levar à cegueira. A incapacidade de produção de insulina para processar os níveis aumentados de açúcar está por detrás do desenvolvimento de diabetes.

Aumento da pressão sanguínea que pode originar problemas cardíacos – O coração é um órgão bastante afetado pela obesidade. O coração tem de aumentar a sua capacidade de distribuição de sangue a muitos mais sítios que se foram criando com a acumulação de massa. Como o sangue tem de percorrer um caminhos mais longos, a força ou pressão com que é bombeado tem de aumentar.

Aumento da probabilidade de desenvolver tumores – Estudos recentes associam o desenvolvimento de cancro, sobretudo mamário ou no sistema urinário, com a obesidade.
Perda de eficácia do sistema imunológico – As doenças virais parecem afetar de forma mais agressiva os cães com excesso de peso.

Problemas gastrointestinais – Diarreia e o aumento da flatulência ocorrem mais frequentemente em cães obesos, situação que não é agradável nem para o cão e nem para o dono.

Dez dicas para combater a obesidade
Algumas recomendações simples a este respeito, suficientes para corrigir ou para evitar o excesso de peso, sempre oportuno para outras complicações:

1. Convencer-se do estado de obesidade do seu cão e observar tudo o que o animal come durante o dia.

2. Reduzir 20 a 40 % o valor energético da sua ração (sem diminuir o volume, pois os nutricionistas demonstraram que o cão acostumado a um certo volume de alimentos, tende a mantê-lo, mesmo que a alimentação seja menos energética).

3. Fracionar a ração ao longo do dia (é melhor dar-lhe várias rações pequenas ao longo do dia)

4. Utilizar os alimentos preparados do comércio cuja garantia nutricional é conhecida, ou, melhor ainda, os alimentos dietéticos, vendidos pelos veterinários, especiais para vencer a obesidade. Uma ração especial para cães obesos é fundamental.

5. Dispensar as guloseimas, muitas vezes responsáveis pelas linhas deselegantes: o biscoito pela manhã, o pedacinho de queijo ao meio-dia, a pequena guloseima da noite diante da televisão.

6. Fazer com que beba tanta água quanto seja possível.

7. Impor-lhe um exercício físico regular.

8. Estabelecer um programa preciso de emagrecimento junto com o veterinário que o trata.

9. Comprovar regularmente os progressos obtidos com a ajuda de uma balança e apontar os resultados num diagrama.

10. Uma vez que se encontre em forma, manter um regime de conservação para evitar a recaída (este regime será inferior 10% ao que o cão comia antes de ficar obeso).

O senso comum dos humanos indica que a solução é comer menos. Muitas pessoas dizem que se sentem bem como são e tanto pior se têm uns quilos a mais!

Os nossos cães não conhecem estes estados de ânimo próprios dos donos e portanto devemos evitar-lhe os inconvenientes de uma superalimentação. O único prazer que encontram em comer demais é semelhante ao que podemos encontrar quando nos chateamos. Em casos extremos, a última solução é a hospitalização sob vigilância do veterinário. Ainda não existem casas de saúde para cães.

Dieta para cães obesos
Outras recomendações na luta contra o excesso de peso: pequenas rações ao longo do dia com redução do seu valor energético. Cuidado! Se não toma adequadamente esta medida, existe o perigo de provocar carência. Assim é melhor usar alimentos preparados, que oferecem todas as garantias nutritivas.

Algumas raças com tendência a engordar:
Basset Hound
Beagle
Bichon Frisé
Cairn Terrier e outros terriers de porte pequeno
Caniche Toy
Cocker Spaniel Inglês e Americano
Dachshund
Dálmata
Dogue Alemão
Springer Spaniel Inglês e Galês
Golden Retriever
Labrador Retriever
Mastiff
Pug
S. Bernardo
Schnauzer Miniatura
Shih Tzu
Weimaraner

Fonte: Nossos Amigos, os Cães - Editora Planeta
Adaptação: Pet Minha Vida


Doença Renal Canina

A importância da nutrição
O alimento que seu cão ou gato consome tem um importante papel na sua saúde global e em seu bem-estar. Uma dieta nutritiva e equilibrada é essencial para que seu melhor amigo tenha um estilo de vida ativo e saudável.

Caso seu animal tenha algum problema renal, é ainda mais importante que ele consuma o alimento correto.

Este Blog explica como a nutrição pode ajudar.
Assuntos Abordados: 
Sintomas da doença renal 
Causas da doença renal 
Alimentos que podem ajudar

O que é doença renal?
Os rins são órgãos muito importantes, pois excretam substancias metabólicas filtradas do sangue e regulam o equilíbrio de fluidos e minerais no organismo. Qualquer alteração que prejudique a funcionalidade dos rins é chamada de doença renal. Em alguns casos, os animais podem exibir sintomas precoces que alertam para a presença da doença. No entanto, os sintomas da doença renal grave apenas a parecem quando já se perdeu três quartos da função renal.
Será que meu animal tem doença renal?
Às vezes, pode ser difícil identificar os sintomas da doença renal. Caso você perceba alguma das alterações abaixo, é possível que seu animal tenha algum problema nos rins.

Os rins podem ser danificados por uma grande quantidade de doenças, como lesões, câncer e infecções. A lesão renal geralmente é irreversível.
A doença renal é comum em cães e gatos, mas sendo diagnosticada e tratada precocemente, sua progressão pode ser limitada, e muitos desses animais vivem felizes por muitos anos após o diagnostico. Entre os fatores predisponentes da doença renal em cães e gatos, podemos citar os seguintes:

Idade
A chance de desenvolvimento de doença renal dobra entre os 10 e 15 anos de vida.

Dieta
O controle cuidadoso da ingestão de fósforo e proteína na alimentação pode reduzir a progressão da doença renal.

Raça
Algumas raças são mais predispostas a determinados tipos de doenças renais.

Ambiente
Alguns produtos químicos podem lesionar os rins, entre os quais alguns desinfetantes, tintas à base de chumbo e certos medicamentos.

Veja 5 dicas para dar Remédios para seu Pet


1°  Medicamentos para o ouvido


Esse é um dos tipos de remédio mais complicados, pois os animais têm a sensação de desequilíbrio com os medimamentos líquidos para o ouvido. Depois da primeira aplicação, é difícil o pet deixar fazer a segunda. Nesse caso, também não tem muita negociação. O jeito é colocar o cão sobre uma mesa e fazer a aplicação usando focinheira. Há, porém, alguns medicamentos já disponíveis em gel, que são melhores, porque evitam justamente a sensação de desconforto que tanto assusta os bichos. Seja qual for a escolha, a sugestão é segurar as orelhas com firmeza, mas sem apertar, e levantar para pingar a dosagem. Depois, abaixe a orelha com gentileza e esfregue a cartilagem na base da orelha. Assim, o medicamento flui pelo canal auditivo.


                                                                                               2°  Medicamentos tópicos


Medicamentos tópicos são invariavelmente receitados pelos veterinários. No caso dessa modalidade, dos remédios absorvidos pela pele, dê prerência aos que vêm em spray ao invés das pomadas (não confundir com os remédios em pasta). Isto porque as pomadas são lambidas pelos animais e não se fixam bem. Além de atrapalhar o tratamento, isso causa irritação na pele. Outro problema das pomadas é que o remédio acumulado entre os dedos, no caso de ser aplicado nas patas, promove humidade com possibilidade de criação de fungos. Para os tratamentos simples, o único toque na hora de usar os sprays é não aplicar em contato direto com o corpo, o melhor é aplicar no algodão e espalhar. Depois de passar o remédio, é prudente brincar ou passear com o cachorro, o que ajuda o medicamento a agir. Mesmo o spray sendo uma opção que se fixa bem à pele, é bom não esquecer de recompensar o amigão depois.



Remédios em pasta


Especialmente no caso dos gatos, o veículo mais indicado de remédio é a modalidade em pasta, cada vez mais popular no mercado. Como os gatos são desconfiados, os remédios em pasta dão uma tapeada neles, já que os felinos têm mania de checar tudo, ao contrários dos cães, que são mais incautos. Você passa na pata e o animal instintivamente lambe, sem que você precise negociar com ele. Há também as pastas tópicas, para passar nas costas.




                                                                          4° Medicamentos sólidos por via oral


No caso dos comprimidos, cápsulas ou drágeas, o ideal é selecionar um alimento que o pet gosta muito. Podem ser frutas, como a banana, ou petiscos molinhos, a exemplo do polenguinho. Quebre o alimento em três pedaços. Você precisa dar o remédio em três fases. O primeiro pedaço é puro, o segundo, escondido dentro do alimento, e, o terceiro, também sem nada. Para colocar o remédio direto na garganta, o procedimento é posicionar o animal de costas entre as suas pernas. Com o bichano de costas, levante a cabeça e introduza na garganta até ele engolir. Quando o animal não encara o dono, é menos provável que fique estabanado ou agressivo.


 5° Medicamentos líquidos ou xaropes em geral


A dica é prestar atenção à dose ideal para a variação de peso do animal. O remédio deve ser dado com o uso de seringa, sempre posicionada na curva interna da boca, entre o maxilar superior e o inferior. Não vá com pressa. Acalme o animal, vá conversando com ele e, de forma ligeira, puxe o lábio, apoie o bico da seringa, mostre um petisco e o faça entender que esta é a recompensa. Pressione a seringa com cuidado, para que o remédio não vá para a laringe. É muito importante dar o remédio evitando ao máximo reações físicas, pois o pet corre o risco de machucar o pescoço ao tentar escapar;


Fonte R7.com

Aprenda truques para dar remédio para seu Pet


Gatos são desconfiados e gostam de checar tudo antes de ingerir. Por isso, é bom sempre dar preferência a remédios palatáveis e recompensar o animal


Se é verdade que há certos mitos envolvendo o comportamento de cães e gatos, há também algumas percepções impossíveis de contestar. Dar remédios para os pets, por exemplo, nunca é tarefa simples para donos pouco experientes.


São raros os bichos de estimação que tomam remédio de boa vontade. Cães acham ruim o gosto ou mesmo a sensação de algo estranho descendo pela garganta.

Gatos, por sua vez, são desconfiados: com sua mania de checar tudo antes de consumir, remédios para eles é tido como possível ameaça à saúde. Por mais que, na prática, sejam exatamente o contrário.

Pensando nisso, consultamos a veterinária clínica e terapeuta Rúbia Burnier (UNIFENAS-MG), que atua há mais de 20 anos na área de comportamento animal, para colher algumas dicas úteis e práticas.

Segundo ela, hoje é mais fácil ministrar remédios aos pets em casa do que há alguns anos.

- Atualmente, já existem diversos medicamentos no mercado em forma de pasta ou mesmo com gosto, para ajudar nesta nem sempre descomplicada missão. O mercado está se aprimorando nesse sentido, o que é ótimo para todo o mundo.

Para cada tipo de remédio, há um jeito especial de se ministrar o medicamento, explica a profisional.


Fonte R7.com

Saúde do Aparelho Digestivo


A importância da nutrição
O alimento que seu cão ou gato consome tem um importante papel em sua saúde global e em seu bem-estar. Uma dieta nutritiva e equilibrada é essencial para que seu melhor amigo tenha um estilo de vida ativo e saudável.
Quando seu animal apresenta algum transtorno digestivo, é ainda mais importante que ele consuma o alimento correto. Este livreto explica como a nutrição pode ajudar.
Assuntos abordados:
  
  •  Sintomas dos distúrbios digestivos
  •    Tipos c causas dos distúrbios digestivos
  •    Alimentos que podem ajudar



O que são distúrbios digestivos?
Transtornos digestivos são bastante comuns, e a Maioria deles se resolve em poucos dias. No entanto, Alguns animais precisam de tratamento de longa duração, pois tem problemas digestivos frequentes ou permanentes. Qualquer alteração que reduza a absorção de nutrientes do alimento ou a passagem deste pelo trato digestivo pode ser denominada de distúrbio digestivo. A digestão eficiente e fundamental à saúde de seu animal, pois é através dela que o organismo consegue obter os nutrientes necessários à produção e reparação de tecidos e à obtenção de energia. Por isso é que se torna tão importante alimentar seu animal com um produto formulado para ajudar.




Será que meu animal tem algum distúrbio digestivo?
Os sintomas mais comuns de distúrbios digestivos são fezes amolecidas ou diarréia. Você também poderá observar algum dos seguintes sintomas:







Tipos e causas dos distúrbios digestivos

Há muitos tipos diferentes de distúrbios digestivos, e as causas podem variar de simples ingestão de algo inadequado a alergias alimentares, infecções ou a ausência de enzimas digestivas. Algumas raças caninas, como do Dogue Alemão, o Pastor Alemão, o Golden Retriever e o Collie, são mais propensos a determinados tipos de transtornos digestivos. Seu veterinário solicitara exames para descobrir a causa exata do problema. Entre os distúrbios comumente diagnosticados, podemos citar:


Gastroenterite aguda
É a inflamação do trato digestivo, geralmente de breve duração, causada pela digestão de alimento estragado ou substancias tóxicas.

Colite
Mais comum entre animais com menos de 5 anos, consiste na inflamação do intestino grosso, o que resulta na emissão frequente e dolorosa de fezes. As diarréias geralmente contem muco de sangue.

Constipação (prisão de ventre)
Possui varias causas, entre as quais a falta de atividade física e a ingestão de materiais indigestíveis, como osso.

Insuficiência pancreática exócrina
Esta doença e caracterizada pela perda de peso, aumento do apetite e produção volumosa de fezes amolecidas.

Má absorção do intestino delgado
A inflamação do intestino delgado prejudica a absorção de nutrientes, perda de peso e de apetite.


Saúde


Depois que seu filhote se familiarizar com a nova casa, aconselha-se levá-lo ao Veterinário para verificação clinica do estado geral. O Veterinário também pode aconselhá-los sobre aspectos importantes da saúde, como alimentação, vacinação, parasitas internos (vermes) e externos (pulgas, carrapatos, etc.), reprodução. Cuidados dentários etc. com relação aos parasitas, tão importante quanto saber que eles podem afetar todos os cães é saber que alguns desses parasitas podem causar problemas em pessoas. Por isso, fazer o correto controle com vermífugos de amplo espectro deixará seu cão protegido.
A prevenção contra as mais importantes doenças infecciosas como, por exemplo, cinomose, parvovirose e leptospirose, dentro de um esquema adequado de vacinação são vitais para saúde de seu cão. Para obter mais informações sobre todas as doenças e as vacinas existentes, consulte o seu Veterinário.
Finalmente, fique atento aos sinais de boa saúde em se cão. Se ele apresentar sintomas como, por exemplo, inapetência, vômito, diarréia, letargia, relutância em exercitar-se, secreção no nariz ou olhos ou tosse, não espere, consulte seu Veterinário. Lembre-e que seu amigo não fala e, portanto, um mínimo de atenção pode salvar a vida dele. O Veterinário pode ser o segundo melhor amigo do seu cão.